Professor Cláudio Lucena é nomeado para uma das vagas no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD).

10 de agosto de 2021

O professor foi eleito representante de instituições científicas, tecnológicas e de inovação.

O professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Cláudio Lucena, foi nomeado nesta terça-feira (10) para uma das vagas no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD) como representante de instituições científicas, tecnológicas e de inovação.

Atuando desde a indicação do Professor Cláudio Lucena ao cargo, a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba se enche de orgulho e com a certeza de que o mesmo continuará desempenhando um papel de destaque no cenário nacional. Para a diretora técnica da fundação Professora Nadja Oliveira essa aprovação é a certeza de um reconhecimento de um trabalho que vem sendo bem realizado. “Enquanto diretoria da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, ficamos muito felizes em ter professor Cláudio Lucena, um paraibano que é uma referência na área de LGPD fazendo parte do Conselho Nacional’. Pontuou.

Após a nomeação e publicação no DOU, o professor Cláudio Lucena agradeceu o incentivo e o apoio da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba. “ Quero agradecer o apoio de primeira hora do Parque Tecnológico, que participou desde o desenho dessa ocupação de um espaço tão importante que a gente concretiza agora. Quando uma instituição como essa se pronuncia e endossa um nome, empresta seu prestígio a um profissional, essa posição ecoa, tem peso, e é um sinal de confiança de que aquele nome tem a contribuir. Eu espero estar à altura deste trabalho importante, canalizar as vozes e fazer com esse debate nacional sobre proteção de dados pessoais, tão relevante para cidadania, para economia e para inovação sustentável, reflita as realidades de nossa região”.

O professor Cláudio Lucena atua desde o ano 2000 no segmento. Atuou como colaborador do European Consumer Center, analisando a conformidade de sites europeus de comércio eletrônico à diretiva de proteção de dados vigente à época, bem como, já em 2014, retomou essa conexão no doutorado na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. Desde 2018 tem contribuído para a construção e a disseminação de uma cultura de proteção de dados pessoais no Brasil, através das mais diversas iniciativas, ministrou palestras, escreveu textos e artigos de opinião, concedeu entrevistas, publicou artigos científicos e participou de diversas atividades em vários países integrando associações na área.